Dá para não gostar do que vem pela frente?

Publicado em 18 de agosto de 2017

Estamos acompanhando uma revolução nas relações de consumo. Novas tecnologias, internet e muitos, muitos dados. Mas e quando os consumidores começarem a entender sua importância nessa relação?

Não é novidade que constantemente seus dados de navegação estão sendo recolhidos na internet. Ainda há quem acredite na desculpa de que tudo está sendo utilizado para que você tenha uma experiência de navegação mais personalizada. Mas na realidade, tudo é utilizado para fins meramente comerciais… e cada vez mais pessoas estão se dando conta disso.

Afinal, na internet os dados são uma nova espécie de recurso, uma nova moeda. E se nossos dados são tão valiosos, por que não esperar que os consumidores comecem a exigir o valor de sua fatia?

Até hoje, as discussões sobre essa abundância de informações sobre consumidores e seus hábitos de compra, todo esse “big data”, sempre estiveram focados no uso dos dados a favor dos negócios. Mas nessa equação das relações de consumo, qual o papel do próprio consumidor? Simples!

Consumidores inteligentes vão reverter essa lógica: eles querem privacidade, eles esperam ter controle sobre o uso dos seus dados e vão utilizar essa informação de forma proativa. Sim, compradores gostam de se sentir servidos, mas não gostam de serem observados.

A sua maior expectativa é conseguir o produto certo, na hora certa! Por isso, é uma tendência que, em troca do uso de seus dados, os consumidores exijam praticidade, conveniência e agilidade para tirar todas as suas dúvidas, em tempo real, entre comprar o produto A ou B. Eles também querem poupar tempo e economizar dinheiro.

As empresas que conseguirem entender esse novo cenário e atender as necessidades e expectativas de seus clientes, em tempo real, terão sempre mais chances de lucrar. Estamos acompanhando uma revolução nas relações de consumo e de conhecimento dos próprios consumidores sobre seu papel nesse cenário.

É um retorno da personalização e humanização do atendimento, da empatia e da flexibilidade, associada com a velocidade e praticidade da internet. Dá para não gostar do que vem pela frente?

Quer saber como seu negócio pode se preparar para essa evolução, conheça o Ciwwic!

Antônio Netto
Diretor Executivo Brasil – Ciwwic